Tetralogia de Fallot em crianças

O Caderno Fallot é um dos defeitos cardíacos congênitos mais comuns em crianças (nomeado para o patologista francês Phallo). Existem quatro defeitos, cuja presença permite diagnosticar "tetralogia de Fallot":

Tetralogia de Fallot - razões

A razão para o desenvolvimento da tetralogia de Fallot, no entanto, como os outros defeitos cardíacos congênitos - é desconhecida. Existem vários estudos, cujos resultados apontam para a etiologia multifatorial desta anomalia.

Cientistas portugueses chegaram a sugerir que a presença de uma variante específica de um gene chamado MTHFR, torna a criança mais vulnerável a fatores prejudiciais durante a formação de órgãos (durante o período fetal).

Acredita-se que a varicela e outras infecções virais transferidas durante a gravidez também afetam negativamente a formação do coração e grandes vasos no feto. Outros fatores de risco para a papilite Tetrada Fallo é a idade da mãe (mais de 40 anos), má nutrição, consumo de álcool, tabagismo e diabetes da mãe.

Além disso, notou-se que em crianças com síndrome de Down, a tetralogia de Fallot é muito mais comum do que em crianças comuns.

Tetrada Fallot - diagnóstico

Os sintomas do VPS Tetrad Phallo são os seguintes:

Mães que observam essas mudanças em seus bebês recorrem a um médico que, com base nos estudos a seguir, pode diagnosticar o Tetrad Phallo:

Tetrada Fallot - tratamento

Crianças com tetralogia assintomática de Fallot não necessitam de tratamento, mas devem ser regularmente monitoradas por um cardiologista.

O tratamento da tetralogia de Fallot em crianças com sintomas sintomáticos é exclusivamente cirúrgico. A operação é melhor realizada com a idade de cerca de 12 meses (se as circunstâncias permitirem).

As previsões são bastante otimistas - a maioria das crianças após a intervenção tem excelentes chances de sobrevivência e, além disso, sua qualidade de vida é alta.