Dédalo e Ícaro na mitologia da Grécia Antiga

Dédalo e Ícaro, a julgar pelas lendas helênicas, eram pessoas reais, e mantiveram seus nomes na história, graças a suas próprias decisões, incomuns para a época. O mito sobre o pai inventor e o filho atrevido, séculos depois, tornou-se uma espécie de alerta para aqueles que não sabem como realmente avaliar sua força. Mas junto com isso - e a imagem dos sonhos.

Quem são Ikarus e Daedalus?

Como as antigas lendas dos gregos contam, Dédalo e Ícaro viveram no auge do país helênico, quando as pessoas tentavam projetar invenções incomuns para a humanidade. O filho de Metsius, o ateniense Daedalus foi considerado um dos melhores inventores e construtores. Ele foi o primeiro na história a arriscar a criação de asas para subir ao céu, e o mestre conseguiu. Mas por sua coragem, ele pagou a vida de seu único filho. Dédalo e Ícaro são símbolos:

Quem é o Daedalus?

Daedalus entrou na história da Grécia como um talentoso artista e designer, o criador de muitos instrumentos, o autor de esculturas, sobre o qual eles disseram que eles podem se mover:

Seu nome nasceu da palavra grega "dadalo" - para se dedicar à arte. O que Daedalus inventou? As obras mais famosas:

  1. O labirinto minoico.
  2. O fio de Ariadne.
  3. Pasifilhos de vaca feitos de madeira.
  4. O corredor de Ariadne para dançar.
  5. Asas de cera para o voo.

Quem é Ícaro?

Quem é Ícaro na Grécia Antiga? Este menino ficou famoso, como o primeiro e, naquele tempo, a única pessoa que se aventurou a subir ao sol. O adolescente era o filho do inventor Dédalo, que ajudou seu pai a projetar asas de penas e cera. Subindo o céu, Ícaro não deu ouvidos a seu pai e decidiu voar muito mais alto, à luz do sol. Derreteu a cera e o menino caiu, colidindo com a água. Aconteceu perto da ilha de Samos, onde o mar começou a ser chamado Ikaria. O bravo homem enterrou o herói Hércules na Ilha Dolich, que foi chamado Ikaria.

O Mito de Dédalo e Ícaro

O mito sobre Dédalo e Ícaro diz: os aventureiros decidiram decolar das asas da cera, não por diversão, mas por fuga. O talentoso designer decidiu fugir da ilha de Creta, onde ele estava a serviço do rei Minos. Dédalo não pôde usar o navio e optou por fugir pelo ar, criando asas de penas e cera. O filhinho pediu para levá-lo com ele, prometendo obedecer a tudo. Mas quando eles subiram ao céu, o menino queria voar mais perto da luz do sol, ignorando as advertências de seu pai. Sob os raios de cera derretida, as asas se separaram e o adolescente colidiu contra as ondas.

Há uma versão que, na história dessas bravas almas, os gregos tentaram manter informações sobre as velas oblíquas inventadas. Supostamente, Dédalo e Ícaro fugiram de Creta em um navio com tais moinhos de vento, que eram usados ​​não só com um vento favorável, como todos os marinheiros, mas também ao lado e até mesmo se aproximando. Tal decisão foi considerada o último sonho dos viajantes do mar da época. E Ikar não morreu no ar, mas na água, caindo ao mar durante a viagem.

O que o mito "Dédalo e Ícaro" ensina?

A lenda de Daedalus e Icarus foi analisada por pesquisadores e até mesmo por psicólogos. Existe até uma interpretação especial dos símbolos mencionados nesta lenda:

  1. Dédalo é a personificação de Deus Pai; quem eles ousaram desobedecer;
  2. O sol que destruiu o menino é uma força crescente;
  3. Asas - um presente que se eleva acima dos meros mortais;
  4. Uma queda é um pagamento pela desobediência e, ao mesmo tempo, um aviso de que se deve abordar com a mente para alcançar as próprias aspirações.

Há outra interpretação que une pai e filho, o que sugere que Dédalo e Ícaro são um sonho que quase se realizou. Afinal, o mestre, que era cuidadoso, chegou à margem. Este mito deu origem ao idioma da "fuga de Ícaro", considerado positivo e comum, tendo recebido vários significados:

  1. Coragem, que é mais forte que as proibições comuns.
  2. Desobediência e incapacidade de avaliar adequadamente suas capacidades.
  3. Autoconfiança levando à morte.
  4. Inovação de idéias, que é mais forte que o medo da morte.
  5. Futilidade de ousadia.
  6. A insatisfação do buscador da verdade, que dela também perece.