O câncer ósseo, ou sarcoma osteogênico, geralmente se desenvolve durante a puberdade, caracterizado pelo rápido crescimento do tecido ósseo. Mas a causa da doença é de natureza genética - os cientistas conseguiram identificar um gene responsável pela tendência ao câncer de osso. Os sinais visíveis desta doença só podem aparecer nos estágios finais.
Sintomas de sarcoma osteogênico
Na maioria das vezes, o câncer afeta os ossos tubulares perto das principais articulações. Em 80% dos casos, o tumor afeta a área do joelho. Além disso, o sarcoma é freqüentemente encontrado nos ossos femoral e umeral. Quase nenhum caso de sarcoma osteogênico no rádio foi registrado. Infelizmente, a doença progride de maneira relativamente rápida e ativa, espalhando metástases para os pulmões e juntas próximas. No momento da detecção, 60% dos pacientes já apresentam micrometástases e 30% apresentam metástases completas nas paredes dos tecidos moles e vasos. Por isso é importante ouvir o seu corpo e não ignorar os sinais da doença:
- dor incômoda e dolorosa, pior à noite;
- claudicação;
- diminuição da mobilidade da articulação;
- edema e aumento das extremidades no volume.
Dependendo da localização do tumor, sinais adicionais podem aparecer. O sintoma do sarcoma osteogênico do fêmur é a dor na articulação do quadril, que retorna à coluna vertebral. A imposição de gesso e outros métodos de imobilização não levam à remoção da síndrome dolorosa. Anestésicos não são eficazes.
Sintoma de sarcoma osteogênico da mandíbula é dor de dente grave e perda dentária. Pode haver um aumento na temperatura e supressão da função mastigatória. Muitas vezes desenvolvem dores de cabeça permanentes, perda de concentração. O sarcoma osteogênico da mandíbula é praticamente a única exceção quando o câncer afeta um osso plano e não tubular.
Tratamento do sarcoma ósseo osteogênico
A doença se desenvolve muito rapidamente e o prognóstico é principalmente desfavorável. Isto é especialmente verdadeiro para pacientes idosos que desenvolveram sarcoma no contexto de lesões antigas. A cirurgia muitas vezes não funciona, então a quimioterapia é indicada. Houve casos em que a terapia ionizante (irradiação) tornou-se um fator de provocação, portanto, esse tipo de terapia é usado nesta área com extrema cautela.
Em geral, o esquema de tratamento mais popular ainda é a remoção cirúrgica de células malignas com subsequente quimioterapia poupadora.