Como a ressonância magnética afeta a gravidez
A ressonância magnética é baseada nos efeitos das ondas eletromagnéticas. Este método é considerado informativo e seguro o suficiente. Tal diagnóstico não prejudica o feto. Mas para a nomeação de uma ressonância magnética durante a gravidez, o médico deve ter um motivo.
As indicações podem ser:
- Violações no trabalho de um órgão em uma mulher;
- a necessidade de esclarecer o diagnóstico com base em outros estudos;
- se não for possível realizar uma ultrassonografia, por exemplo, por causa da obesidade de uma futura mãe;
- para reavaliar a necessidade de abortar a gravidez.
A ressonância magnética durante a gravidez não causa conseqüências se as contraindicações foram levadas em conta quando foi prescrito :
- presença no corpo de implantes, marcapasso;
- tatuagens contendo corantes metálicos;
- claustrofobia é uma contraindicação relativa;
- se o peso da mulher for maior que a carga permitida para o scanner.
Acredita-se que não é necessário realizar ressonância magnética durante a gravidez nas primeiras semanas, quando o efeito sobre o feto é grande por parte das condições externas. Afinal, o equipamento para tomografia emite calor, faz muito barulho. Mas acredita-se que em situações complexas, o procedimento se justifica mesmo no primeiro trimestre.