O termo "consciência" (co-conhecimento) para o momento presente de generalizações que surgem do desenvolvimento da filosofia, antropologia, psicologia e outros campos do conhecimento da direção humanitária e natural pode ser entendido como o mais alto nível de reflexão mental e ação conjunta. Alguns antropocentristas ingênuos consideram esse nível de desenvolvimento possível somente em representantes da sociedade humana. Enquanto isso, os cientistas mais familiarizados com as ciências naturais não começariam a dizer isso.
Na forma mais geral, do ponto de vista sistêmico-pragmático, a consciência é uma coleção de sensações que mudam permanentemente, imagens sensoriais e mentais que aparecem diante do olho interior do sujeito consciente e predeterminam sua atividade prática e mental.
As propriedades da consciência são estudadas em algumas seções da psicologia, assim como em outros campos do conhecimento.
Propriedades da consciência em psicologia
Podemos distinguir várias propriedades psicológicas básicas da consciência humana:
- A consciência da pessoa (como sujeito consciente) necessariamente distingue a atividade, sobretudo condicionada pela especificidade específica do estado interno do sujeito no momento da ação. Na maioria dos casos, pode-se dizer que o sujeito tem um objetivo específico e vetores sucessivos com atividades para atingir o objetivo.
- Consciência do sujeito intencionalidade inerente, isto é, o foco em alguns (não necessariamente um objeto do mundo material, não necessariamente específico). Consciência é sempre consciência (ou consciência, e no momento da comunicação com outro sujeito ou grupo, até co-consciência) de qualquer fato ou pensamento.
- A consciência é caracterizada pela reflexão constante, isto é, o sujeito tem um processo de auto-observação contínua. O sujeito pode estar ciente da própria existência da consciência e identificação.
- A consciência é principalmente de caráter motivacional e valorativo (pelo menos entre os europeus). É claro que, até o presente momento, o desenvolvimento do conhecimento sobre o homem é ingênuo, rude e plano, seria em vão pensar que a consciência está sempre motivada.
Este pensamento musgoso do meio do século passado. Contudo, pode-se definitivamente argumentar que o sujeito real em nosso mundo sempre se esforça para atingir o objetivo (mesmo que o objetivo seja a ausência de um objetivo), está vinculado a esse apego a um organismo vivo completamente material.
Entre outras propriedades importantes da consciência podem ser identificadas, tais como: integridade, abstração, generalidade, seletividade, dinamismo, distorção, singularidade e individualidade. Em geral, deve-se entender que, embora a consciência surja em nosso mundo apenas em sujeitos pensantes reais, ela se refere à esfera do ideal, uma vez que imagens, sensações e significados não podem ser considerados objetos materiais.