Angelina Jolie, que não está acostumada a interpretar um espião inteligente, determinado e sexual na tela, há cinco anos era quase um agente infiltrado na vida real, tornando-se uma isca para o senhor da guerra ugandense.
Não o enredo do filme
À disposição dos jornalistas ocidentais estavam os documentos do Tribunal Penal Internacional, que descrevem a operação secreta sob a liderança do procurador-geral da organização Luis Moreno Ocampo, cujo executor é a atriz de Hollywood de 42 anos, mãe de seis filhos, Angelina Jolie.
Em 2012, a ex-mulher de Brad Pitt deveria ser uma isca para o criminoso de Uganda, Joseph Kony, que não é indiferente a ela.
Jolie concordou em participar da operação especial e até inventou um plano de caça, segundo o qual convidou Koni para jantar e ele foi preso por forças especiais americanas durante uma refeição.
Mais tarde, obviamente, tendo avaliado o grau de risco, Angelina parou de se comunicar com a Ocampo, e o concebido não pôde ser implementado.
Criminosos de guerra
Jolie não teve medo por sua segurança. Joseph Coney, que lidera o Exército de Resistência em sua terra natal e se declarou Deus, sonhando em criar um estado teocrático na África Central, é considerado uma das pessoas mais perigosas e desejadas deste continente.
Os pecados do líder do grupo, que tem mais de 60 esposas, incluem assassinato, seqüestro, estupro e escravidão de mais de 30.000 menores.
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Em 2005, o Tribunal Penal Internacional considerou Koni culpado de crimes de guerra, crimes contra a humanidade, mas até agora os militares não conseguiram capturá-lo.