O nome de Roman Polanski está novamente nas primeiras páginas dos jornais. Infelizmente, o talentoso diretor francês não retirou a nova obra-prima do filme, mas tornou-se figurante no próximo caso sobre o assédio sexual de um menor.
Nova investigação
Autoridades da lei dos EUA que em 1977 não conseguiram esconder Roman Polanski, acusado de estuprar Samantha Gamer, de 13 anos, quando o suspeito fugiu dos EUA, temendo uma sentença severa, novamente se interessou pela identidade do diretor de 84 anos.
Artista Marianne Barnard, disse que em 1975, quando ela tinha 10 anos de idade, ela se tornou uma vítima de ações depravadas por parte de Polanski.
O estatuto de limitações do crime, que a mulher descreveu, expirou, mas membros do Departamento de Polícia de Los Angeles decidiram investigar, na esperança de encontrar novos episódios de mau comportamento de Polanski.
Um incidente flagrante
Barnard afirma que o diretor persuadiu seus pais a concordar com sua sessão de fotos para uma revista na praia em Malibu e, quando sua mãe estava fora, começou a convencê-la a tirar o top do maiô e depois a derreter, começando a molestá-la. Após a experiência, ela sofre de transtorno de estresse pós-traumático e claustrofobia.
Segundo a artista, para dizer a verdade depois de tantos anos, ela se inspirou nas confissões de mulheres que falaram contra Harvey Weinstein.
A vítima já publicou uma petição na Internet com a proposta de excluir Roman Polanski das fileiras da Academia Americana de Artes Cinematográficas.
Barnard se tornou a décima primeira mulher que afirma que Polanski a molestou quando ela era criança.
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O advogado de Roman Polanski já chamou as acusações de Barnard de enganosas e pediu aos investigadores que levassem o fraudador para a água limpa.