O príncipe Albert II e sua esposa Charlene chegaram ao Vaticano, onde fizeram uma visita oficial ao papa. A princesa de 37 anos decidiu usar seu direito de usar branco na presença do pontífice e colocar um vestido leve no evento.
il privilegio del biacno
É assim que o privilégio que se estende a Charlene soa em italiano. Ela e seis outras mulheres no mundo podem usar roupas brancas na presença de Francis. O direito a isso são as pessoas reais (rainhas ou princesas) dos países católicos, entre elas as rainhas espanholas Sophia e Letizia, as rainhas belgas Paola e Matilda, a grã-duquesa de Luxemburgo Maria Theresa, a princesa de Nápoles Marina.
Todas as outras senhoras, de acordo com o protocolo, são obrigadas a comparecer ao público em vestidos pretos fechados com um colar cobrindo o pescoço, e com mangas compridas e mantilhas negras.
A violação do estatuto pode causar um escândalo de estado. Então, em 2006, provocou a esposa do primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Sheri Blair encontrou o papa de terno branco, em resposta ao Vaticano condenou o ato da primeira dama.
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Direito exclusivo
No Palácio Apostólico, onde o evento aconteceu, Charlene apareceu com um vestido branco lacônico e uma capa de manto branco como neve em sua cabeça. Nas mãos dela havia uma bolsa bege e, nos pés, sapatos de camurça com saltos. Ela complementou sua imagem com batom escarlate.
Apesar da roupa elegante e pensativa e gosto real impecável, uma jovem mãe olhou, que apresentou em 2014 ao príncipe seu filho e filha, um pouco torturado.
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